O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que três mulheres estão entre os principais nomes avaliados para ocupar a vaga de vice na pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
Durante entrevista ao programa JR Entrevista, da Record, Marinho citou a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP) e a vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL-CE).
Segundo o senador, a definição ainda está em discussão e deverá considerar a trajetória política, a representatividade e a capacidade de diálogo da escolhida com diferentes setores da sociedade.
“O Flávio é uma pessoa jovem, antenada com a tecnologia e com a modernidade. Então, é importante que a gente traga alguém que permita essa complementação. Nós acreditamos que é importante que seja uma mulher”, declarou.
Entre os nomes apresentados, Rogério Marinho destacou Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, pela atuação no Senado e pela interlocução com o agronegócio.
“É com quem eu convivo no Senado da República e que, sem dúvida nenhuma, tem uma representatividade muito grande. Tem muita serenidade, muito espírito público e representa um setor dinâmico importante da nossa economia, que é o agro”, afirmou.
Simone Marquetto e Priscila Costa também aparecem entre as possibilidades discutidas pela coordenação da pré-campanha.
Aliados de Flávio defendem ainda o nome da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC). A alternativa conta com o apoio de setores ligados ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
Marinho descarta chapa apenas com integrantes do PL
Apesar das articulações em torno de nomes do próprio partido, Rogério Marinho rejeitou uma chapa “puro-sangue”, formada exclusivamente por integrantes do PL.
Segundo ele, a campanha pretende buscar uma composição capaz de ampliar a base política de Flávio Bolsonaro e agregar outras legendas do campo conservador.
“É essencial que todos nós possamos unir esforços para que Flávio se eleja presidente da República. Para que isso aconteça, precisamos trazer outras forças”, declarou.
Marinho citou negociações com PP, União Brasil, Republicanos e Podemos. A definição oficial deverá ocorrer durante as convenções partidárias previstas para o fim de julho, quando também serão formalizadas as alianças para a disputa presidencial.
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