O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu uma investigação para apurar por que uma emenda parlamentar de R$ 480 mil, destinada à Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), na gestão do prefeito Paulinho Freire, não teria sido executada. A apuração busca esclarecer se houve falha da administração na aplicação dos recursos.
Segundo a portaria assinada pelo promotor de Justiça Eudo Rodrigues Leite, o inquérito foi aberto para investigar a suposta falta de execução da emenda destinada à Funcarte. A investigação envolve a fundação e a então gestora, Iracy Azevedo, que foi notificada para apresentar esclarecimentos e documentos sobre a aplicação do recurso.
O valor, de R$ 480 mil, equivalente a quase meio milhão de reais, deveria ter sido destinado à área cultural. Agora, o Ministério Público quer entender por que a emenda não foi executada e se houve responsabilidade da gestão na condução do caso.
Até o momento, o Ministério Público não concluiu que houve irregularidade. O procedimento foi aberto justamente para reunir informações e esclarecer os fatos. O espaço permanece aberto para manifestação do prefeito Paulinho Freire, e Iracy Azevedo, secretária da Funcarte .





