Pacientes que dependem de medicamento de uso contínuo estão enfrentando dificuldades para manter o tratamento no Rio Grande do Norte. O problema chegou mais uma vez à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (1º), com cobrança por medidas urgentes para regularizar o abastecimento da rede estadual.
A situação envolve a pancreatina 25.000 UI, medicamento utilizado por pacientes que precisam fazer uso contínuo. Segundo o relato feito durante a sessão, o produto está em falta há três meses na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat).
A demora na regularização do fornecimento vem prejudicando diretamente quem depende do medicamento. Na Assembleia, foi cobrada a adoção de medidas administrativas urgentes para garantir que o produto volte a ser disponibilizado aos pacientes.
O episódio aumenta a pressão sobre a gestão da governadora Fátima Bezerra, que chega ao fim do mandato enfrentando cobranças relacionadas ao funcionamento da saúde pública estadual. Para quem precisa do medicamento, o problema não é apenas administrativo: significa ficar sem um tratamento necessário.
A cobrança agora é para que o Governo do Estado resolva o problema e normalize o abastecimento da Unicat, evitando que pacientes continuem esperando por um medicamento que, segundo o relato apresentado na Assembleia, está em falta há três meses.



