O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste domingo (2) a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, mantendo Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice-presidente. A homologação da chapa ocorre em um momento em que o governo enfrenta críticas da oposição e desafios relacionados à economia, ao custo de vida e à queda de popularidade em parte do eleitorado.
A convenção nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares e aliados para confirmar a candidatura de Lula, que tentará conquistar um quarto mandato presidencial. Durante o evento, lideranças do partido defenderam a continuidade das políticas adotadas pelo governo e afirmaram que a atual gestão promoveu avanços em áreas sociais e econômicas.
A oposição, no entanto, sustenta que o governo não conseguiu responder de forma satisfatória a problemas como o aumento do custo de vida, o crescimento das despesas públicas e a desaceleração de indicadores econômicos. Também critica a ampliação dos gastos federais e questiona medidas adotadas pela administração petista na condução da política fiscal.
Outro ponto explorado por adversários é o histórico do PT, frequentemente associado pelos críticos aos escândalos de corrupção revelados em governos anteriores do partido. Embora Lula tenha tido condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal em razão de questões processuais, o tema continua sendo utilizado por opositores durante o debate político.
Ao longo da campanha, Lula deverá defender os resultados de sua gestão e buscar a continuidade do projeto político iniciado em 2023. Já os adversários prometem concentrar o discurso em críticas ao desempenho econômico do governo, à condução das contas públicas e ao desgaste enfrentado pela atual administração.
Com a homologação da chapa, a disputa presidencial entra em uma nova fase e tende a intensificar a polarização entre governo e oposição durante a campanha eleitoral de 2026.




