O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu uma investigação para apurar supostas irregularidades na Câmara Municipal de Baraúna. A suspeita é de que parentes de vereadores e da presidência da Casa tenham sido nomeados para cargos comissionados, o que pode contrariar as regras da administração pública.
Segundo o Ministério Público, há indícios de que uma sobrinha do presidente da Câmara e o filho de um vereador ocupam cargos de confiança no Legislativo municipal. O órgão também questiona mudanças na legislação que, segundo a investigação, teriam sido feitas para permitir ou manter essas nomeações.
Além de transformar a apuração em uma investigação mais ampla, o MPRN recomendou que a Câmara exonere os servidores citados no prazo de cinco dias úteis e deixe de nomear parentes de autoridades para cargos comissionados.
O Ministério Público alertou que, caso as recomendações não sejam cumpridas, poderá adotar medidas judiciais contra os responsáveis. Até o momento, a Câmara Municipal de Baraúna não havia se manifestado sobre o caso.






