Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (25) mostra Allyson Bezerra (União Brasil) com 39% das intenções de voto para o Governo do Rio Grande do Norte no primeiro turno. Cadu de Lula (PT) aparece com 21%, enquanto Álvaro Dias (PL) registra 18%.
O levantamento foi encomendado pela Inter TV e compara os resultados com a pesquisa anterior, divulgada em 24 de agosto. Na rodada anterior, Allyson tinha 25%, Cadu aparecia com 21% e Álvaro, com 19%.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Rodrigo Bolsonaro (Agir) tem 1%. Arinalda do MLB (UP), Dário Barbosa (PSTU), Professor Robério Paulino (PSOL) e Henrique Lyra (PCO) aparecem com 0%. Godeiro Linhares (DC), que passou a disputar a eleição após substituir Carlos Jararaca, também registra 0%.
Outros 10% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam, enquanto 11% declararam voto branco ou nulo. Em agosto, os indecisos somavam 16% e os votos brancos ou nulos, 14%.
Pesquisa espontânea
No cenário espontâneo, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Allyson também aparece na primeira posição, com 29%. O percentual era de 16% na pesquisa anterior.
Álvaro Dias e Cadu de Lula aparecem empatados com 11% cada. Em agosto, Álvaro tinha 10% e Cadu, também 10%.
O percentual de eleitores que não souberam ou não quiseram responder caiu de 57% para 43%. Os votos brancos ou nulos permaneceram em 6%.
Simulações de segundo turno
A Quaest também testou três possíveis disputas de segundo turno.
No primeiro cenário, Allyson aparece com 50% contra 30% de Cadu de Lula. Em agosto, os percentuais eram de 35% e 34%, respectivamente. Outros 6% não souberam ou não responderam e 14% indicaram voto branco ou nulo.
Na simulação entre Allyson e Álvaro Dias, o candidato do União Brasil registra 49%, enquanto o candidato do PL tem 27%. Na pesquisa anterior, os números eram 35% e 30%. O percentual de indecisos é de 5%, e 19% declararam branco ou nulo.
Já no confronto entre Cadu e Álvaro, o petista aparece com 39% e o candidato do PL, com 37%. Em agosto, Cadu tinha 36% e Álvaro, 31%. Outros 5% não souberam ou não responderam, enquanto 19% optaram por branco ou nulo.
Saúde continua como principal problema
A saúde foi apontada como o principal problema do Rio Grande do Norte por 29% dos entrevistados. Apesar de continuar à frente entre os temas citados, o percentual caiu em relação a agosto, quando era de 38%.
A violência aparece em segundo lugar, com 21%, praticamente estável em relação aos 20% registrados anteriormente. Infraestrutura foi citada por 12%, ante 5% na pesquisa anterior, enquanto educação passou de 5% para 7%.
Rejeição
Entre os candidatos apresentados pela pesquisa, Álvaro Dias registra o maior percentual de eleitores que afirmam conhecê-lo, mas não votariam nele de jeito nenhum: 39%. Cadu de Lula aparece com 33%.
Allyson tem rejeição de 20%. Rodrigo Bolsonaro registra 23%; Dário Barbosa, 21%; Professor Robério Paulino, 21%; Henrique Lyra, 11%; Arinalda do MLB, 8%; e Godeiro Linhares, 9%.
No caso de Allyson, 50% dizem conhecê-lo e que poderiam votar nele, enquanto 30% afirmam não conhecê-lo. Em agosto, esses percentuais eram 36% e 39%, respectivamente.
Álvaro tem potencial de voto de 34% e é desconhecido por 27%. Cadu aparece com potencial de voto de 29%, enquanto 38% afirmam não conhecê-lo.
Avaliação do governo Fátima
A pesquisa também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra. A desaprovação chegou a 61%, contra 30% de aprovação. Em agosto, os índices eram de 51% e 43%, respectivamente. Outros 9% não souberam ou não responderam.
Na avaliação geral do governo, 47% classificam a administração como negativa, 26% como regular e 22% como positiva. Na rodada anterior, os percentuais eram de 41%, 30% e 27%.
Questionados se Fátima merece eleger um sucessor, 62% responderam que não, enquanto 30% disseram que sim. Outros 8% não souberam ou não responderam.
Metodologia
A Quaest entrevistou 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-01492/2026.




